sábado, 18 de novembro de 2017

Lista definitiva dos autores da Antologia da Casa transmontana de Lisboa - 3







 ( CONTINUA)

Lista definitiva dos autores da Antologia da Casa transmontana de Lisboa - 2


Alguns autores não foram inseridos no seu concelho de origem, mas naquele onde desenvolveram a vida profissional.



NOTA: Esperamos a todo o momento o texto de Telmo Verdelho, que ainda o não entregou por razões justificadas.

 ( CONTINUA)

Lista definitiva dos autores da Antologia da Casa transmontana de Lisboa - 1


Fechada que está a Antologia de Autores da Casa de Trás-os-Montes de Lisboa, a partir de hoje, procederemos à sua publicação integral, embora faseada. Distribuída pelos concelhos de onde são oriundos. Os temas são diversos, criou-se ainda uma secção própria para autores recentemente falecidos. Dois deles já do século XIX, pela sua importância nas letras durienses, e porque esses dois trabalhos são completamente inéditos – João de Lemos (Peso da Régua) e Monteiro Ramalho (Mesão Frio).   










 ( CONTINUA)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

As mais lidas (visualizadas) esta semana

Missa no Colégio de freiras Santa Maria Goretti, na antiga cidade angolana de Salazar, hoje N'dalatando.

A partir de hoje iremos dar a conhecer periodicamente aos leitores e colaboradores, os artigos (as mensagens) mais lidos. E o número de visualizações de cada um. Publicaremos ainda uma fotografia sobre o tema mais visualizado. 


Entrada
Visualizações de páginas
10/11/2017, 20 comentários
11156
11/11/2017, 3 comentários
1192
07/11/2017, 12 comentários
984
15/11/2017
828
05/11/2017, 1 comentário
60
09/11/2017, 2 comentários
40
14/11/2017
35
17/11/2017
30
16/12/2013, 2 comentários
30
17/11/2017
26

A ignorância prejudica todos


Há muito que deixamos de ver os programas de manipuladores na televisão. Mas, de vez em quando, o acaso coloca-nos um pela frente. Foi o caso do designado “Quadratura do Circulo” de ontem, que há meses não víamos. Lá estavam os três dinossauros do costume com o jornalista, o único que se aproveita. O que nos levou a este comentário foi uma afirmação do dr. Lobo Xavier. Esta gente julga que pode dizer o que quer, mesmo nada sabendo do assunto.
Num país em que a sua elite politica em nada se diferencia da do Zibabwe, tudo é permitido e admitido aos do costume.
Lobo Xavier com aquela litania (ou ladainha) da avaliação, informou o telespectador do seguinte: os portugueses não entenderiam (como foi dito no consulado de Sócrates) que os professores estivessem sujeitos a progredir, apenas através de anos de serviço. Sem serem avaliados. Uma mentira que vem sendo repetida ao longo dos anos e que certa comunicação social apoia desbragadamente (a mesma que apoiou Sócrates).
E dá o exemplo que tem sido repetido. Enquanto que um funcionário público progride de 10 em 10 anos, os professores progridem de quatro em quatro. Mas não dizem, por exemplo que na função publica existe o regime geral e o regime especializado, ao qual pertencem os professores. É claro que este assunto deveria ser especificado, mesmo até em relação a uma certa injustiça no que respeita aos funcionários públicos do regime geral, mas não neste escrito.
Ao não se dizer a verdade toda quando se tem responsabilidades de cidadania, contribui-se para que o país nunca mais saia de onde está.
Paulo GuinoteVamos então à tal avaliação que tanto preocupa (ou apoquenta) Xavier. Não é fácil arranjar uma forma universal de avaliação de professores, por razões que agora não importam. Mas é possível arranjar uma avaliação decente. Mas isso nunca interessou às elites medíocres que temos e a alguns iluminados que por aí andam a distribuir aldrabices.
Qualquer problema tem sempre uma origem, e só descendo a essa origem se poderá resolver, encontrando soluções, corrigindo o que de mal se produziu. É básico. Não é preciso ser-se génio para perceber isto. E a origem do problema situa-se no ano de 2005. Enquanto se não corrigirem as patifarias – porque foi disso que se tratou -  dessa época, jamais sairemos de onde estamos.
Que fique, desde já, bem claro. Quem congelou as carreiras foi um governo do partido socialista em Agosto de 2005 e depois das eleições de 2009. Por estratégia politica obscura e sinistra. Havia que achincalhar os professores, e isso só seria possível promovendo uns quantos medíocres para colocar em lugares de decisão, prejudicando dezenas de milhar. Toda essa estratégia foi levada a cabo pela então ministra da educação, Maria de Lurdes Rodrigues, apoiada por Sócrates e o seu bando, gente do comentário e alguns iluminados da nossa praça.
Que elementos usaram para tal estratégia? Elaborando uma “reforma” (terceiro-mundista, baseada no modelo chileno) em meses, que num país decente demoraria uma dezena de anos. Fazer a coisa com pressa, originando a confusão (anarquia), à velha maneira leninista e estalinista.
Como é evidente, uma reforma feita dessa maneira, não poderia trazer resultados positivos. E surge então a tal “avaliação” que dividia os professores em duas categorias: os titulares e os não titulares.
Mas só quem participou desse processo escabroso, se apercebeu dos intuitos demoníacos da senhora. Desde logo, os itens pelos quais os professores pontuavam. De uma boçalidade atroz. Determinadas actividades sem importância ou relevância alguma, eram tão ou mais pontuadas do que possuir, por exemplo, um Mestrado ou um Doutoramento! Foi esta avaliação boçal que muitos professores recusaram. E isto não foi resolvido.
Ora a então ministra fundamentou o sucesso dos alunos com esse tipo de avaliação! Mas o tempo tem dado razão a quem se opôs a ela. Sabe-se que a educação do país está uma lástima, mas segundo os critérios europeus, Portugal, nestes últimos seis anos, melhorou as aprendizagens e os resultados dos alunos. E fê-lo sem a tal avaliação boçal. Ou seja, essa avaliação boçal não influenciou em nada os resultados positivos destes últimos seis anos!
Convém acrescentar que não foram os vencimentos dos professores que levaram o país à BANCARROTA em 2011. Foi um conjunto de acções levadas a cabo por certas quadrilhas que ainda andam por aí, à solta. Conhecem-se hoje as vigarices bancárias, as operações investigadas pela Justiça, os contratos feitos por amigos das PPP, em prejuízo do Estado, mas os professores é que são penalizados, quando, segundo as contas da UGT, esta classe contribuiu com oito biliões para o resgate de 75 biliões!
Sobre as negociações em curso entre o governo da frente esquerda e as forças sindicais, é muito cedo para se opinar, mas queremos alertar para duas coisas:
Quando Passos teve de pagar 75 biliões de resgate pela BANCARROTA, as vozes eram tantas sobre as questões de hoje. As mesmas vozes acham hoje que menos de um bilião (600 milhões) é uma soma enorme! Na altura de Passos podiam-se aumentar os vencimentos, hoje não!
O que o governo da frente esquerda está a fazer aos professores é instituir uma medida fascista. Quererá Xavier que lho expliquemos? Claro que não, porque Xavier sabe bem que é. E isto é que Xavier, como democrata-cristão, devia explicar aos seus concidadãos.

Convívio de transmontanos ao Rato, em Lisboa

Dia 18 de Novembro vão realizar-se os convívios dos Concelhos de – Alfândega da Fé, Chaves, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Coa. Aos transmontanos residentes na grande Lisboa que nele queiram participar solicita-se a sua inscrição.
Inicia-se a partir das 18h00, e com um Custo de Jantar Sócios/Não Sócios: 15,00 €; Crianças + de 10 anos: 10,00 €. 
Oportunamente, informaremos a data de outros eventos por Concelho. NOTA: Não é limitativa a presença de um(a) sócio(a) em qualquer dos Eventos de outro Concelho que não o seu!
Local dos Eventos Por Concelho: Rua da Escola Politécnica, Nº 275, 1º Andar, ao Rato em Lisboa;
Participe e Apoie estas Iniciativas! A Nossa Casa Precisa de Todos.
Não deixe de estar presente já no convívio do próximo dia 18, sábado.

A Direcção

A.B.A.D e o Pisão


Por: Costa Pereira Portugal, minha terra

Estou a recordar a fundação da A.B.A.D e a sua primitiva sede na casa da saudosa ti Maria Rata, até que cresceu e deu origem à  importância que a ASSOCIAÇÃO BAJOUQUENSE PARA O DESENVOLVIMENTO tem hoje nesta zona da região leiriense. Já lá vão 25 anos, foi a 28 de Abril de 1992 que o pontapé de saída foi dado. Sem intervir ou fazer parte na fundação, tenho e sinto-me profundamente ligado a um feito que tempo antes imaginei e dei a saber que faltava na Bajouca. Foi em artigo que então  publiquei em O Mensageiro, de Leiria, de 10/01/1985, com o titulo Pisão da Bajouca, onde falei dos horizontes que o ensilvado espaço escondia à  espera de ser arroteado.
Pouco demorou a ser. Hoje Parque Natural do Pisão, tornou-se numa área cultural e social que integra além da zona de lazer, com bar e parque de merendas, também o salão da FEIRIARTE, certame  que ocorre anualmente no 3º fim de semana do mês de Julho. Local muito convidativo e visitado muitas são as iniciativas que contribuem nesse sentido, como noites de fado, festival das sopas e datas festejáveis do género da mais recente, o São Martinho. Confirmo:
"O Parque Natural do Pisão, é sem dúvida, um espaço de rara beleza da região, que proporciona a qualquer pessoa ou grupo, um agradável passeio por entre as muitas árvores e arbustos de varias espécies! E considerado por muitos o cartão-de-visita da Bajouca".

Padre suspeito de desviar 1,5 milhões da Cáritas


CAPELA NOVA - Vila Real
O bispo de Vila Real, D. Amândio Tomás, instaurou um processo canónico ao padre Ernesto Lúcio, que é suspeito de ter desviado uma verba próxima dos 1,5 milhões de euros da Cáritas Diocesana. A abertura do processo estaria já em preparação, mas só ontem, após a notícia do CM, avançou em termos formais. 


Sessão evocativa de Monsenhor Eduardo Sarmento na Biblioteca de Vila Real

Sessão evocativa de Monsenhor Eduardo Sarmento
Sábado | 18 de Novembro | 16h00
Abertura de exposição documental
Palestra pelo Padre Manuel Vicente
Distribuição do n.º 9 dos Cadernos da Biblioteca de Vila Real

Entrada livre

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Até os mortos do Panteão incomodam a geringonça


BARROSO da FONTE
O país vive sem rei nem roque. Tudo por causa da geringonça. António Costa deixou-se seduzir pelas sereias do BE. E, por cada decisão que toma, tem de violar o refrão que, jurou seguir: «palavra dada é palavra honrada».
 Sem tirar nem por. Foi vedeta na abertura da Web Summit. Tudo ia correr bem porque «ele era o primeiro ministro». Disse o que disse a brincar, mas saiu-se mal. Quando soube que o jantar de encerramento desse acontecimento iria ser realizado no Panteão Nacional, Costa arrepiou caminho e, antes que as manas Mortágua e a Catarina Martins lhe toldassem o discurso, surgiu ele a gritar contra a indignidade. Que era uma afronta aos mortos mais famosos do império português!
  Só aí se apercebeu de que o Web Summit fora realizado em Portugal por decisão do Governo de Passos Coelho. E que, indiretamente, os êxitos desse evento, seriam creditados na conta do seu adversário, mais temível como o demonstraram as últimas legislativas.
 Antes que aquelas sereias o admoestassem pela permissão do jantar à luz das velas, em sítio tão propenso para os gritos satânicos, eis que A. Costa apontou logo os holofotes para ex-Secretário de Estado da Cultura, Barreto Xavier que produzira o Despacho para aquele e todos os museus, palácios e sítios públicos. Foi então que Costa retirou a indignidade satânica que propalara contra aquele governante de direita, sem coragem para demitir o Ministro de cultura ou a diretora do Panteão. Pois se ele não teve coragem para demitir os ministros da defesa e da saúde como pode demitir aquela dirigente?
Pelos vistos A. Costa está muito mal assessorado. Porque nesse mesmo Panteão já ele jantara quando foi Presidente da Câmara de Lisboa. E a lei que foi feita pelo ex-Secretário de Estado, não foi contestada. Era extensiva a  todos os espaços públicos suscetíveis de terem interesse para gerar receita. E o primeiro ministro não pode, nem tem moral, para reprimir seja quem for por, desconhecer as regras do país pelo qual é responsável.
 Como cidadão tenho direito e força moral para deplorar mais esta peripécia política de A. Costa.
Explico-me e estou pronto a repeti-lo seja onde for.
  Em1990 fui nomeado diretor do Paço dos Duques de Bragança (em Guimarães). Encontrei uma gestão ruinosa da ordem dos 15/20 mil contos. Para que seis anos depois deixasse lucros  equivalentes àquele montante, tive que, pela primeira vez na História daquele Monumento, recorrer ao aluguer do átrio e salões do rés-do-chão. Sem prejuízo de qualquer espécie, transformei o Paço na Casa de Cultura que Guimarães não tinha e no espaço mais nobre da cidade, para receções, casamentos, convívios e saraus musicais. Rendia tanto essa inédita valência, como os ingressos no Museu. Tal experiência quase me crucificou na imprensa e fora dela. António Costa estava ao lado de Jorge Sampaio, ao tempo secretário geral do seu partido, que distribuiu panfletos contra mim, através da secção local. Acusavam-de que eu vinha de pastor de vacas para  dar cabo da Corte Real. Prova-se, agora, que o guardador de vacas, afinal andava, quase trinta anos, à frente do atual primeiro ministro que já jantara  no Panteão quando era Presidente da Câmara de Lisboa e que não teve sensibilidade bastante para perguntar que geringonça era aquela?
Como pode continuar a reclamar que, para ele: «palavra dada é palavra honrada»? Pelo menos tenha a  hombridade de pedir desculpa aos portugueses pela indignidade que atribuiu aos organizadores do Web Summit.