quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O massacre de Alepo - Siria


Quando as palavras são desnecessárias ...







Morreu Shimon Peres

                            Expresso | Morreu Shimon Peres, um dos últimos “pais fundadores

Nascido em 1923 na atual Bielorrússia, era uma das últimas figuras que restavam da primeira geração do Estado hebraico. Integrou 12 Governos, duas vezes como primeiro-ministro, antes de assumir a presidência do país entre 2007 e 2014. Foi laureado com o Nobel da Paz em 1994. Tinha 93 anos

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Carlos Alexandre: reacção alérgica a iniquidades


José Martins da Fonseca*  - jornal Público

Tenho esperança de ver, um dia, os cidadãos deste País unirem-se em defesa dos seus magistrados.

O Juiz de Direito Carlos Alexandre no contexto de uma entrevista estritamente do foro pessoal, fez uma afirmação que suscitou a indignação de uns quantos.
Disse (cito de memória) que não recebeu herança dos seus pais ou dos seus sogros, que não tem amigos no sentido de "pródigos", nem dinheiro em conta de amigos. Vive exclusivamente do seu trabalho, honrado e sério.
A habitual corte de comentadores assanhados e certa comunicação social aproveitou esta referência ao facto do Juiz afirmar não ter dinheiro em conta de amigos, para, lançarem sobre ele a acusação de falta de imparcialidade e até mesmo, pasme-se, de ausência de condições para continuar Juiz.
Tudo isto porque associaram a dita afirmação a um dos mais mediáticos processos judiciais, onde, de acordo com o relato do principal arguido e da comunicação social, parte daquilo que o referido arguido dispõe deve-se à prodigalidade de amigos.
Repare-se que foi o próprio visado e a comunicação social quem afirmou essa prodigalidade, nascida da amizade, para justificar os meios de fortuna. Nestas circunstâncias a referida afirmação do Juiz não pode nunca ser vista como um sinal de falta de isenção, mesmo que se conceda que subjacente a essa afirmação (o que duvido) possa ter estado o dito processo mediático.
(A colocação do sítio desta petição é da inteira
responsabilidade do "proprietário" deste blogue)
Não há aqui nenhum pré-juízo condenatório do julgador relativamente a factos carecidos de demonstração, pois, como é público e notório, foi o próprio arguido quem, através da comunicação social ao seu belo dispor, justificou os meios de fortuna com a prodigalidade de amigos. Não há, nem pode haver quebra de isenção por parte do Juiz. Afirmar-se o contrário, negando a evidência, é pretender unicamente atingir a honra e a consideração do Juiz.
Importa ter presente que “...afirmar-se sem fundamento, que um Juiz de Direito agiu e decidiu de forma não isenta, está-se inequivocamente a ofender a honra e consideração deste, já que a isenção do julgador é um requisito que em caso algum pode ser posto em dúvida, pois é nuclear no seu desempenho profissional, sem ela não é possível fazer Justiça, e é exactamente esta a função do Juiz” - in sentença de 24.06.1991 da 2.ª Secção do 4.º Juízo Correccional da Comarca de Lisboa.
Este tipo de intoxicação pública pela sua sistemática ocorrência é algo que, mais do que incómodo, causa verdadeira indignação.
Há algum tempo, na India, os cidadãos e os advogados, principalmente estes, saíram à rua em defesa dos seus magistrados, enfrentando a fúria e a violência da polícia. Muitos foram espancados e detidos, mas isso não os demoveu daquele nobre propósito. Tinham todos perfeita consciência que a opressão, a intolerância dos poderosos, a corrupção, a mentira, a hipocrisia, a prepotência, a violência, a cobardia e a arbitrariedade dos poderes constituídos, só se se combatem com os Homens e Mulheres livres, respeitados e dignificados que diariamente fazem Justiça nos Tribunais, servindo e honrando o País.
Tenho esperança de ver, um dia, os cidadãos deste País, também indignados e cansados de tanta sordidez, unirem-se em defesa dos seus magistrados.
Sinto um profundo orgulho em ser magistrado e em ter entre os magistrados portugueses alguém com a dimensão humana, ética e profissional do Juiz de Direito Dr. Carlos Alexandre. Bem haja.

*Procurador da República no TAF do Porto, jeamf@hotmail.com

petição: «APOIO AO JUIZ CARLOS ALEXANDRE »

 Caros Amigos,
Acabei de ler e assinar a petição: «APOIO AO JUIZ CARLOS ALEXANDRE » no endereço
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT82973

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.
Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação através de um email para os vossos contactos. Obrigado.
João Ferreira

Esta mensagem foi-lhe enviada por João Ferreira (cidadaoindependente@gmail.com), através do serviço http://peticaopublica.com em relação à Petição http://peticaopublica.com/?pi=PT82973

terça-feira, 27 de setembro de 2016

V FÓRUM JOÃO DE ARAÚJO CORREIA LETRAS E LANCETAS – literatura e medicina  


V FÓRUM JOÃO DE ARAÚJO CORREIALETRAS E LANCETAS – literatura e medicina

8 e 9 de Outubro 2016
Teatrinho de Peso da Régua

Dia 8, sábado
 
10:00h - Abertura
10:30h - Conferência de abertura – Miguel Miranda
Recriação do consultório de João de Araújo Correia. Visita guiada e comentada.Pausa para café.
João Melo de Araújo Correia – João de Araújo Correia – o avô, o médico, o escritor.
Debate

 ALMOÇO (livre)
 15:00h – Mesa de debate. Moderadora Maria da Luz Magalhães.
 Rosário Girão – Da vida à ficção: atalhos ou retalhos, tratos e retratos da criação.
Ana Ribeiro - "Ele o que precisa é de uma auga de unto": a medicina popular em João Araújo Correia.
M. Hercília Agarez – João de Araújo Correia e Miguel Torga – entre o bisturi e a caneta
 Pausa para Café
 17:30h - Apresentação da reedição de CONTOS DURIENSES, da Âncora Editora – Carlos Carranca.
Dramatização do conto A Lampreia, por Fernando Soares.
 José Braga Amaral – Camilo de Araújo Correia: o médico, o escritor e o que há entre eles.
 JANTAR no Hotel Régua D’Ouro
 (inscrição obrigatória até ao dia 30 de Setembro, para o número 962146749.
25€ por pessoa. Com fados de Coimbra)
 
CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL /Grémio Literário Vila-Realense

Neste cais, para sempre,de Ernesto Salgado Areias

O romance Neste cais, para sempre, de Ernesto Salgado Areias, vai ser apresentado nos seguintes locais:
·         Dia 30, sexta-feira, pelas 21:00, na Biblioteca Municipal de Loulé.
·         Dia 1 de outubro, sábado, pelas 14:00, na Biblioteca Municipal de Portimão.              CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL /Grémio Literário Vila-Realense

I Festa de Literatura de Chaves



I Festa de Literatura de Chaves
Organização do Clube dos Amigos do Livro de Chaves
Obra do Rotary Clube de Chaves
5 a 8 de outubro de 2016

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL /Grémio Literário Vila-Realense

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Os problemas da gravidade

JORGE LAGE
Aprendi nos bancos colegiais, estudando a física, que a gravidade dos corpos é proporcional à densidade da sua massa. Que há grandes corpos que pouco peso têm e pequenos corpos pesam e pesam. Por isso se diz: - é pesado como chumbo. Ou: - pesa como um balão. Também se diz de alguém que é bom neste ou naquele saber, nesta ou naquela profissão, ou neste ou naquele desporto: - é um peso pesado (passe a redundância). O comum dos portugueses sabe que a política é arte de enganar e até, para alguns, de roubar. A clubite da política leva a avaliar os profissionais da política não pela inteligência, verticalidade e sensatez, mas pela cor partidária. Se um bom político é de direita, é certo e sabido que vai haver um ruído ensurdecedor de que não presta. Se é de esquerda, é sempre uma grande cabeça, do melhor que há, nem que seja uma nulidade. É histórico o complexo das esquerdas em falar dos grandes criminosos revolucionários do séc. XX. Sabemos à saciedade, e bem, das monstruosidades de Hitler, mas pouco ou quase nada se fala do bolchevique Staline (da grande fome da Ucrânia promovida por este criminoso, ou das deportações para a Sibéria dos Gulag, responsável pela morte de mais de 40 milhões de pessoas) ou de Mao (que entre 1958/60 promoveu «Grande Salto Adiante» - grande fome por si arquitectada – nos campos de concentração, com 30 milhões de mortos no deserto de Góbi e imortalizado por Yang Xian-hui no filme «O Cântico dos mártires nos campos da morte da China de Mao»). Pessoalmente quando vejo ataques e mais ataques a um político ou é muito mau ou tem valor. Se ele vai procurar a vida noutras paragens até bato palmas e acho que faz muito bem. Em tempos, dois ministros do governo de Guterres, Pina de Moura e Jorge Coelho deixaram o governo e conseguiram bons lugares muito bem remunerados. Depois, foi o Durão Barroso, que era atacadíssimo pela esquerda, fez contas à vida e foi para Presidente da União Europeia (UE). Imediatamente começaram os coros de protestos. Quando me puxavam a conversa eu achava que tinha feito bem. Se não o queriam como Primeiro-Ministro fez bem tratar da vidinha longe daqui. Mudou o disco dos protestos, ao pensarem que voltava. Que era um zero. Não mandava nada na UE. A seguir lembro-me de Álvaro Pereira. Na pasta da Economia diziam de todos os lados que era um incompetente. É posto na rua e concorre, por concurso internacional à Vice-Presidência da OCDE e é selecionado. Voltam as críticas nas redes sociais pelo lugar que conseguiu por mérito. O Durão Barroso deixa a UE e passados vários meses é convidado pelo maior grupo financeiro mundial a ganhar uma pipa de massa e aqui d’el rei que não havia de aceitar. Confrangedor este espectáculo de um certo país de maldizentes e ronhosos. O último foi o Paulo Portas que não valia nada, enquanto estava no governo, que estava a afundar o país (e as exportações a crescer). Deixa a política em dois tempos e é convidado pelo mundo empresarial com lugares importantes e volta a virar o disco do protesto. Agora os ronhosos e maldizentes de sempre inundam a internet a difamar os que largaram a política e procuraram lá fora outra vida. Gritam que é grave o Durão Barroso, o Vítor Gaspar, o Paulo Portas e outros irem para empresas/instituições tão importantes e com tanto poder. Gravidade, a meu ver, é serem contratados por empresas ou grupos financeiros de topo mundial, não por aceitarem, mas por os políticos de meia-malga, que temos por cá, não os convidarem para lugares em serviços estratégicos do nosso Estado para sermos mais competitivos e aumentarmos a riqueza nacional. Sem boas exportações, boa gestão financeira e bons investimentos não há treta política que nos salve, tenha a cor que tiver. Esta é a grande gravidade, não sabemos aproveitar os nossos pesos pesados, sejam de direita ou de esquerda.

Jorge Lage –  jorgelage@portugalmail.com  – 15JUL2016
Provérbios ou ditos:

      Quando não chove no S. Mateus é por milagre de Deus.
      Remenda o pano, durar-te-há outro ano.
      Em Setembro, antes de chover, o souto o arado quer ver.

Boa viagem !!!


Por: Costa Pereira - Portugal, minha terra

Foi tempo de pouca dura, o mês passou-se sem quase dar por isso de modo que lá se vai parte da família mais próxima de regresso ao local de trabalho, em terras da América Central.
Mas é um prazer que os filhos dão aos pais quando nesta situação os mimam desta forma ou outra que satisfaça o sentimento paternal. Muito bem aproveitado com eventos marcado pelo aniversário de Alvarito, uma semanita na Praia do Pedrogão e as casas dos avós paternos e maternos a transbordar de alegria com as gracinhas do neto. Boa viagem!!!!

Dr. Domingos Campos – História de Vida, da autoria de Maria Emília Campos

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Eng.º Rui Jorge Cordeiro Gonçalves dos Santos e a mil@editores têm o gosto de convidar V. Ex.ª e Exmª. Família a assistir à apresentação do livro Dr. Domingos Campos – História de Vida, da autoria de Maria Emília Campos, a realizar no próximo dia 6 de Outubro, pelas 21H45, no Auditório do Museu de Numismática.

Apresentará a obra Sua Ex.ª Reverendíssima D. Amândio Tomás, Bispo de Vila Real.


CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL /  Grémio Literário Vila-Realense