terça-feira, 25 de abril de 2017

Presidente da República condecora personalidades decentes


O Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou hoje três personalidades decentes. A título póstumo foram condecorados Francisco de Sá Carneiro e Dom António Ferreira Gomes. E como pedagogo, o arquitecto Siza Vieira.
Assim está bem. Que se condecore gente decente e não a ladroagem.

18 - antologia CTMAD - Eurico Carrapatoso

MIRANDELA

 Eurico Carrapatoso, é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Iniciou os seus estudos musicais em 1985, tendo sido sucessivamente aluno de composição de José Luís Borges Coelho, Fernando Lapa, Cândido Lima e Constança Capdeville.
Concluiu em 1993 o Curso Superior de Composição no Conservatório Nacional de Lisboa com Jorge Peixinho.
Foi assistente de História Económica e Social na Universidade Portucalense.
Leccionou na área da composição em várias instituições, nomeadamente na Escola Superior de Música de Lisboa, na Academia Nacional Superior de Orquestra e na Academia de Amadores de Música.


É professor de Composição no Conservatório Nacional, onde lecciona desde 1989, integrando o quadro da instituição.
Recebe regularmente encomendas das principais instituições culturais portuguesas e a sua música tem vindo a ser executada, editada e difundida desde 1987, não só na Europa como a nível mundial.
A 9 de Junho de 2004 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Recentemente, Eurico Carrapatoso venceu com “Magnificat em talha dourada”, a categoria de Melhor Trabalho de Música Erudita


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Não saimos disto - Palrador de papalvos


Dizem-nos que o dr. Miguel Sousa Tavares, anda por aí há vinte anos a dizer a mesma coisa – a espalhar o discurso que apenas interessa aos do costume.
Parece que o cavalheiro escreveu coisa. Daquela boa para os papalvos. E dizem que foi prosa da boa. Então que disse esta douta cabecinha? Disse, por exemplo, que nos documentos apresentados por este governo para o Plano Nacional de Reformas e Plano de Estabilidade, está prevista uma retoma da economia e dos rendimentos através das despesas do Estado. E acrescenta a mesma cabecinha que estas são medidas que o anterior Governo (o de Passos e Portas, entenda-se) prometeu e não cumpriu. Nomeadamente “reduzir o défice por via do corte da despesa pública e não pelo aumento da carga fiscal”.
Prosápia tem este cavalheiro, mas para papalvos que não distinguem uma vírgula de um ponto final. Ninguém disse a este cavalheiro que o tal governo de Passos e Portas tinha previsto (por imposição da Troika e do Tribunal Constitucional) a retoma dos rendimentos não em dois anos, mas em quatro? Já alguém explicou a esta cabecinha pensante que a retoma da economia em 2015 era maior que em 2017? Façam o favor de explicar, para que o cavalheiro não debite prosa inútil! E expliquem-lhe que a austeridade está igual a 2011. Para a maioria dos portugueses, é claro. Para ele não, como é evidente. Nem para ele nem para os do costume.
E parece que também disse outra coisa assombrosa: da bancarrota financeira, o anterior Governo acrescentou a bancarrota económica do país.
Esta é de cabo de esquadra! Até o mais papalvo sabe que a bancarrota financeira e económica, foi originada pela governança de José Sócrates (por essa razão cá tivemos a Troika em 2011), aliás bem defendida pelo cavalheiro. O sr. Tavares foi, de facto, o mais acérrimo defensor daqueles que provocaram o actual estado deplorável do país. Económico e social. Quem mais defendeu as politicas escabrosas de Maria de Lurdes Rodrigues? O sr. Tavares. Quem tentou ludibriar no comentário as atitudes escabrosas de José Sócrates? O sr. Tavares.
O que o sr. Tavares não explica, por exemplo, é das razões que o levaram a opinar a favor dos culpados da bancarrota e a desfavor dos que de lá nos tiraram. Parece que Passos não foi na conversa do compadre de Tavares. E Tavares sendo da área do direito, está-se nas tintas para as questões de corrupção, para comentar o que não sabe – economia e finança.
Não saímos disto. Palradores de papalvos.

Populismo de Esquerda em Portugal


Na Casa Branca reina um “Trumpismo” que se pode classificar de “populismo de direita”.
Por contágio e não só, em alguns países da Europa (França, Holanda, Áustria, Alemanha) predomina também um “populismo de direita”. Ora, em Portugal, sem ninguém o dizer, existe um “populismo de esquerda”, com efeitos, por ventura, mais perversos que o “populismo de direita”.
Também aqui os três governantes usam, sem o dizerem, “pós-verdades” ou “verdades alternativas” ocultando as verdades verdadeiras. Isto tem efeitos dramáticos no ensino B+S, pedra angular da vida futura dos nossos filhos e netos. Por exemplo, retiraram-se horas às disciplinas de Matemática e Português para voltar a introduzir, mais ou menos sub-repticiamente, “disciplinas” de “Educação Cívica”, “Educação Sexual” (com outro nome de despiste), etc. O que está em causa não é de forma alguma uma boa formação do aluno.
O que está em causa é obter horários para um grande número de “professores” que nada sabem de matérias fundamentais (Matemática ou Línguas, ou Ciências Naturais, ou Física ou Química, etc.). Também se incluíram na “Matriz Curricular” as disciplinas de “Educação Musical” e “Educação Física” que deveriam ser consideradas “Actividades Circum-escolares”.
Essas disciplinas até provocam graves injustiças na média para entrada no Ensino Superior, pois, por exemplo, um aluno que tenha 20 valores a Educação Física e 11 valores a Matemática, passa à frente doutro aluno que tenha 10 valores a Educação Física e 20 valores a Matemática. Por outro lado, volta à Escola Pública o primado do PREC, mais ou menos camuflado: Decreta--se que, com base no princípio ideológico de que “cabe ao aprendiz aprender e não cabe ao professor ensinar: cabe-lhe apenas orientar quando há desacordos durante a aula”. Assim, o aluno, mesmo o mau aluno, é quem manda dentro da sala de aula; não é o professor. Tudo isto, que não é dito nem escrito desta forma clara, mas camuflado com muitas “falácias” sobre um “Ensino Moderno e Inclusivo”, está em linha com o que o MEN (diga-se a FENPROF) já decretou: Os exames nos 4.º, 6.º e 9.º anos foram abolidos. Numa atitude profundamente maquiavélica, o primeiro-ministro de Portugal criticou o anterior modelo de escola exclusiva e de selecção do anterior Governo e abençoou as novas provas de aferição no ensino básico que permitem uma intervenção em tempo útil para recuperar alunos. “A função da escola não é excluir ou seleccionar, mas incluir, transmitir conhecimentos e dar oportunidades a todos de poderem adquirir conhecimentos e com isso realizarem- se na sua vida”. Não será isto um “populismo de esquerda” completamente contrário ao tipo de Ensino Básico oficial que sempre esteve, e está, em vigor nas escolas do Reino Unido e dos EUA, como na quase totalidade dos países da Europa?
Será que o primeiro-ministro de Portugal, que diz que os alunos têm de “adquirir conhecimentos e com isso realizarem-se na sua vida”, se esquece que muitos portugueses poderão ter de realizar a sua vida no Reino Unido, na Alemanha, em França ou na Suíça, onde o ensino ainda é mais exigente em termos de exames oficiais do que em Espanha? Não será que isso representa um enorme retrocesso para a vida futura de muitas centenas de milhares de crianças e adolescentes, ao contrário do que se diz? Não será que o tal ensino “inclusivo” e “não selectivo” tão defendido por PCP e BE e pelos esquerdos do PS, consagrado na nova legislação, que obriga os docentes a deixarem passar de ano alunos sem saberem as matérias do ano anterior, leva a graves situações dentro da sala de aula, onde os alunos que passaram sem saberem, por não poderem compreender o que está a ser leccionado, perturbam, das mais variadas formas o funcionamento das aulas?
Naturalmente, para defenderem este tipo de utopias, altamente danosas para os nossos filhos e netos, é que o Governo esquerdo a que estamos todos submetidos resolveu tirar o “oxigénio” que era dado às Escolas PRIVADAS e COOPERATIVAS para elas receberem alunos de famílias carenciadas sem pagarem propinas. Será que o primeiro-ministro de Portugal e os extremos esquerdos que o acompanham não vêem que, dessa forma, os mais prejudicados são, na realidade, os filhos das famílias carenciadas, que são obrigadas a recorrer às Escolas Públicas que têm os piores professores, até porque, como acima se justificou, o ambiente nas salas de aula é péssimo? Mas, com o tempo de antena que o Governo e seus acólitos desfrutam nos meios de comunicação social, martelam-nos os ouvidos dia e noite, com as suas “verdades alternativas” sobre as “benesses” do SEU Ensino “inclusivo” e “não selectivo”. Esta novidade, a das “verdades alternativas” que está a correr mundo, a começar nos EUA e em muitos países da Europa, está a ser usada, com bom proveito, pelas extremas-direitas da França, da Holanda, da Alemanha, da Áustria, da Hungria, da Polónia e até pelo ditador da Turquia, para não falar do czar rosa da Rússia. Trata-se do “populismo de direita” tão discutido agora na “era de Trump”. Veremos os desastres que nos trazem todos estes “populismo” com o seu “Negacionismo”:
Só o que os chefes desses “bandos” dizem e escrevem é que é Verdadeiro.
Tudo o que os meios de comunicação dizem, em contrário, é Falso. Essas “escórias” da sociedade, nacional e internacional, estão tendo poder de compra para terem os seus jornais de grande circulação, TVs, etc. para, martelarem, dia e noite, os ouvidos das “massas”, sempre com a ideia de que “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Foi assim na “era de Estaline”. Foi assim na “era de Hitler”. Foi assim na “era de Mussolini”. Onde estão um novo Winston Churchill e um novo Franklin Roosevelt para salvarem a Europa, os EUA e o Mundo? Com o Direito à Indignação, que o defunto Soares tanto usou, devemos nós, hoje, difundir um Grito de Revolta contra os populismos, sejam eles de direita ou de esquerda.
J. BARREIROS MARTINS
Prof. Cat. Emérito Jubilado de Engenharia
Civil, Universidade do Minho

Comentário:
Este artigo aborda questões relevantes em relação ao sistema de ensino português.  Agora quanto "às Escolas Públicas que têm os piores professores", alto lá! Porque o artigo não é nosso, nada mais se adianta, mas talvez brevemente se comente esta questão dos "piores professores".

Poemas simples de Virgínia do Carmo


CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL
Grémio Literário Vila-Realense

Torre de Moncorvo comemora 25 de Abril


CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL
Grémio Literário Vila-Realense

domingo, 23 de abril de 2017

O Ocidente e o mundo muçulmano


Vasco Pulido Valente - OBSERVADOR

Dar um pontapé num formigueiro é uma estratégia? Em princípio, parece que não é. Mas que tem feito o Ocidente, senão isso? E, quando falo do Ocidente, falo da Inglaterra, da França e da América. Desde a primeira invasão do Iraque à chamada “Primavera Árabe” as velhas potências coloniais e a nova potência “global” não perdem uma oportunidade para influenciar, ou mesmo dirigir, o mundo islâmico. Ora esse mundo islâmico, de fora tão simples, está em guerra consigo próprio, para defender ou fortalecer as suas posições em África e no Médio Oriente e por razões religiosas que, às vezes, não se distinguem muito de razões políticas e militares. E por isso o Ocidente não sabe ao certo quem são as suas vítimas e menos quem a prazo vai beneficiar ou prejudicar. Não admira que quase todos os grupos de muçulmanos odeiem imparcialmente a Europa e a América e uma civilização inconciliável com a deles. Nós podemos ver alguma diferença entre Nova York e Paris, ou entre Paris, Dortmund e Estocolmo. Eles não vêem nenhuma; vêem só a rejeição das regras e preceitos estabelecidos pelo Corão e das tradições de catorze séculos. Quando Trump ataca a Síria com 59 mísseis Tomahawk ou os jihadistas do Afeganistão com a MOAB não inaugura um novo método para reagir às perturbações do Islão. Embora com mais brutalidade, segue o exemplo de dúzias de “estadistas” da Europa e da América.

A Direita segundo Cristas

A dra. Assunção Cristas declarou a semana passada ao Expresso que não queria, e não faria, uma aliança eleitoral com o PSD em 2019. Acha ela que não vale a pena contar com as vantagens que o sistema de Hondt dá às coligações; e que o CDS e o PSD crescendo separados terão mais votos do que juntos. De resto, a dra. Cristas já se candidatou à Câmara de Lisboa, sozinha contra mundum. O pior é se ninguém dá pela sua fascinante personalidade e pela sua notória competência para dirigir uma Câmara. Ou se, em geral, o CDS descer nas autárquicas. Ou até, por absurdo, considerando a sua vacuidade ideológica e doutrinal e principalmente a sua fraqueza, o CDS desaparecer em fumo à medida que as eleições se aproximarem. Sendo chefe de uma pequena patrulha (com novos dirigentes que Portas recrutou), a dra. Cristas devia perceber que, em última análise, a sobrevivência do seu partido depende da unidade da direita, porque só ela lhe dará força para um papel importante na política portuguesa. A afirmação da duvidosa personalidade do partido talvez lhe traga alguma popularidade interna. Nada mais. Cá fora, a esmagadora maioria dos portugueses não se interessa pelo que sucede ou deixa de suceder no Largo do Caldas. E ainda por cima Cristas não é e nunca será o dr. Paulo Portas.

17 - antologia CTMAD - Edite Estrela


 Edite de Fátima Santos Marreiros Estrela (Carrazeda de Ansiães, Belver, 28 de outubro de 1949) é  Licenciada em Filologia Clássica (1973) e Mestre em Comunicação Social (1987).
Foi professora de Literatura Portuguesa, entre 1973 e 1986, e vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores (1988-1994).
Dirigente do PS desde 1983, integrou o respectivo Secretariado Nacional (1988-2002) e foi eleita Deputada à Assembleia da República, pelo Círculo de Lisboa, em 1988 e 2002, tendo sido vice-presidente da Comissão Parlamentar de Obras Públicas, Transportes e Comunicações, presidente da Subcomissão de Cultura e presidente da Comissão Parlamentar para a Cooperação Portugal/Brasil.
Presidiu à Direcção da Fundação Antero de Quental (1995-2003), ligada ao PS.
Foi Presidente da Câmara Municipal de Sintra (1994-2002) e vice-presidente da Junta Metropolitana de Lisboa (1995-2002). Foi a primeira mulher a integrar o Comité das Regiões (1999-2002).
Foi feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique a 6 de Março de 1998. Actualmente é Deputada ao Parlamento Europeu, desde 2004, sendo presidente da Delegação Portuguesa do Partido Socialista Europeu.
Em 2013, apresentou uma lei controversa que torna obrigatória a educação sexual para crianças a partir de 4 anos, conhecida como Direitos Sexuais e Saúde Reprodutiva. No dia 22 de outubro, os membros do Parlamento Europeu enviaram a lei de volta ao comitê. Ela recusou-se a alterar a linguagem controversa, e a lei foi novamente votada e chumbada no Parlamento Europeu pela segunda vez no dia 26 de novembro.

Obras publicadas:


A Questão Ortográfica
Bem Escrever, Bem Dizer
Dúvidas do Falar Português (5 volumes)
Sintra: Nossa Gente, Nossa Terra
Saber Escrever, Saber Falar; co-autora com Maria José Leitão e Maria Almira Soares
Saber Escrever uma Tese e Outros Textos; co-autora com Maria José Leitão e Maria Almira Soares
Guia Essencial da Língua Portuguesa para a Comunicação Social; co-autora com J. David Pinto Correia

sábado, 22 de abril de 2017

E não passamos disto …


Parece que o dr. Júdice anda para aí a fazer o que sempre fez - comentário com o discurso dos do costume. Para este cavalheiro os políticos mais dotados das suas gerações são Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa. Para os parvos, o homem debita coisa. Porque os parvos, como é óbvio, já se não lembram que disse o mesmo de José Sócrates.
É claro que nessa afirmação do douto cavalheiro está o sub-reptício “achincalhamento” a Passos Coelho, como se nota de seguida. Para essa cabecinha pensadora, Passos Coelho não é tão dotado nas "subtilezas" e está morto politicamente. Só que ele não sabe, continua, porque ainda ninguém lho disse.
E alguém disse a este cavalheiro que o seu comentário é prosa inútil? Alguém disse a este cavalheiro que foram as "subtilizas" que levaram o país à bancarrota? Alguém disse a este cavalheiro que foi o “morto” (como ele diz) que livrou o país de uma situação idêntica à Grécia? Alguém disse a esse cavalheiro que foi o “morto” que permitiu que gente como ele pudesse continuar a desenvolver comentário inútil?
Porque é que esse cavalheiro se não preocupa em comentar coisa que interesse ao país? Como por exemplo o passo a que estamos, de novo, da BANCARROTA? Ou a questão da corrupção? Ou mesmo a reforma do sistema politico, premiando os vencedores?
Isso não interessa, porque essas questões levariam a reformas no ensino (escabroso), na justiça, e por aí adiante. Levaria a transformações que melhorariam as condições de vida da maioria, proporcionando a tal igualdade de oportunidades. Mas o que interessa isso ao sr. Júdice? Nada. Não mexendo nisso, continuam os do costume (uma minoria) a ser favorecidos. Um sistema assim, não é, com certeza, uma democracia. É qualquer coisa, mas não é uma democracia.
Não passamos disto ...

Época de Incêndios


Por: Costa PereiraPortugal, minha terra
Não há forma de evitar os fogos florestais. Mal o tempo aqueça aí temos as matas em labareda. Uns por desleixe, outros por ignorância e muitos por mão criminosa, o certo é que todos os anos a cena se repete, e ninguém resolve pôr termo definitivo começando pela área da criminologia….Esta se for exemplar, logo os desleixados e os ignorantes aproveitam algo da lição…Terra de gente pacata, não deve ser difícil a quem atento ao comportamento de um ou outro habitante apontar o dedo a alguém que goste de se armar em bombeiro….
São fogos a mais, e sobretudo numa altura que o Verão ainda está longe e as matas muito viçosas. Certamente é por isso que os incendiários começam já por se treinar para o pino da época que há-de chegar. É estranho que no caso de Vila Chã um fogo florestal se dê por volta da 01h00 da madrugada, tratando-se de uma aldeia que nem tão-pouco é muito movimentada, visto não ser servida por estrada principal. Mas a verdade é que o incendio se deu e repetiu, como li em noticia de 7 de Abril e dizia “ Este é o segundo incendio em dois dias no concelho de Mondim de Basto”. Como combater os fogos também os incendiários tem de ser combatidos, se queremos um país apostado no turismo natural, e no caso de Mondim com o rio Tâmega, o Monte Farinha e as Fisgas de Ermelo como baluartes. São muitos os que se empregam, por conta própria ou de
outros, nesta criminosa atividade que em nome da democracia se facilita alastramento.
O fogo que no Marão se deu depois, e obrigou ao corte IP4 é prova desse alastramento e da vontade em queimar o resto deste país que carece de quem ponha travão na carreta descontrolada. Como os incendiários também os “brincalhões” que se entretêm a telefonar para PSP e a colocar objetos estranhos, com aspeto de explosivos, como aconteceu junto a um prédio no Bonfim-Porto, mereciam passar uns tempos a recuperar da doença nas matas florestais, sob  regência ….de cavalo-marinho.